Quebra de protocolo: Trump vai entregar a taça ao capitão campeão da Copa 2026 na final entre Argentina e Espanha
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Quebra de protocolo: Trump vai entregar a taça ao capitão campeão da Copa 2026 na final entre Argentina e Espanha

2012quatro@gmail.com 2012quatro@gmail.com 3 min de leitura Copa do Mundo 2026

A final da Copa do Mundo de 2026, entre Argentina e Espanha, terá um convidado fora do comum na hora mais esperada da festa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai participar da cerimônia de premiação no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, e deve entregar o troféu diretamente ao capitão da seleção vencedora neste domingo, 19 de julho. A informação foi confirmada pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino, e representa uma quebra do protocolo tradicional da entidade.

O que muda na cerimônia

Nas últimas edições do Mundial, coube ao presidente da FIFA o papel de entregar a taça ao capitão campeão. Foi assim na Rússia, em 2018, e no Catar, em 2022, as duas Copas anteriores realizadas sob o comando de Infantino. Desta vez, com a decisão disputada em solo americano, o dirigente abriu mão do posto de destaque para dividir o momento com o chefe de Estado do país anfitrião.

Segundo Infantino, o plano é que Trump ajude na entrega do troféu logo após o apito final. A cerimônia deve reunir o presidente americano e o dirigente suíço lado a lado no gramado, no instante em que o capitão da Argentina ou da Espanha erguer a taça diante de dezenas de milhares de torcedores.

Confirmação oficial da Casa Branca

A presença de Trump na final foi confirmada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. Ela classificou a participação do presidente como um encerramento à altura de um torneio que, segundo suas palavras, mostrou a capacidade dos Estados Unidos de receber o mundo no maior palco possível. O Mundial de 2026 foi organizado de forma conjunta por Estados Unidos, Canadá e México, com a maior parte dos jogos, incluindo a decisão, em território americano.

Não é a primeira vez que o presidente aparece ligado à organização do torneio. Trump tem relação próxima com Infantino e acompanhou de perto a preparação da Copa nos Estados Unidos, país que sediou a maioria das partidas da fase de mata-mata.

Uma final de peso histórico

O pano de fundo da cerimônia é uma das decisões mais aguardadas dos últimos anos. A Argentina, atual campeã, tenta o bicampeonato mundial seguido, feito que nenhuma seleção alcança desde o Brasil de 1962. Comandada por Lionel Messi, aos 39 anos e maior artilheiro da história das Copas, a equipe de Lionel Scaloni busca o quarto título mundial de sua história.

Do outro lado, a Espanha chega embalada e com uma campanha sólida na defesa. Campeã europeia, a seleção de Luis de la Fuente persegue o segundo título mundial, após a conquista inédita de 2010. O time aposta na nova geração, com o atacante Lamine Yamal, de 19 anos, como principal estrela, num duelo geracional contra Messi.

Futebol e política no mesmo palco

A participação de um chefe de Estado na entrega da taça costuma gerar debate. Presidentes e autoridades já estiveram presentes em finais anteriores, mas raramente com papel central na premiação, tradicionalmente reservado aos dirigentes do futebol. A escolha de dar a Trump um lugar de protagonismo na cerimônia coloca a decisão sob os holofotes também fora das quatro linhas.

A bola rola às 16h (horário de Brasília) deste domingo, no MetLife Stadium. Ao fim dos 90 minutos, ou de uma eventual prorrogação, o capitão campeão vai receber a taça das mãos do presidente dos Estados Unidos, numa cena inédita na história recente das finais de Copa do Mundo.

Fontes: FIFA, ABC7, Fox News, The Washington Post e Yahoo Sports.

Imagem de destaque: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain).

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