A Copa de 2026 tem um sabor especial de continuidade. Espalhados por diferentes seleções, vários jogadores carregam sobrenomes que marcaram época e tentam escrever os próprios capítulos na história dos Mundiais. Segundo levantamento da ESPN, 11 atletas presentes nesta edição seguem os passos dos pais que também disputaram o torneio, com nove novas duplas de pai e filho entrando para a lista histórica. Conheça alguns desses herdeiros.
Marcus Thuram, filho de um campeão de 1998

Atacante da França, Marcus Thuram é filho de Lilian Thuram, defensor lendário e campeão do mundo em 1998. Enquanto o pai construiu a fama como um dos zagueiros mais sólidos de sua geração, Marcus busca espaço no ataque dos Bleus e tenta ajudar a França a brigar novamente pelo título.
Timothy Weah e um sobrenome sinônimo de gols
Filho de George Weah, único africano a ser eleito o melhor do mundo, em 1995, e hoje uma lenda da Libéria, Timothy nasceu em Nova York e se tornou peça importante dos Estados Unidos, um dos países-sede. Carregar o nome Weah é um peso e um orgulho, e o atacante vem respondendo bem dentro de campo.
Luca Zidane escolhe a Argélia
Goleiro, Luca é filho de Zinedine Zidane, ídolo francês e campeão mundial em 1998. Diferente do pai, Luca optou por defender a Argélia, país de origem da família, e busca trilhar o próprio caminho longe da sombra de um dos maiores nomes da história do futebol.
Giuliano Simeone segue a escola do pai
Atacante do Atlético de Madrid, Giuliano Simeone foi convocado pela Argentina. É filho de Diego Simeone, que defendeu a seleção argentina em três Copas e hoje é um dos treinadores mais conhecidos do planeta. A entrega em campo, marca registrada do pai, já aparece no estilo do filho.
Erling Haaland, o artilheiro herdeiro

Um dos maiores goleadores da atualidade, o norueguês Erling Haaland é filho de Alf-Inge Haaland, que defendeu a Noruega na Copa de 1994. Depois de anos quebrando recordes nos clubes, Haaland vive sua primeira Copa com a missão de levar a Noruega o mais longe possível.
Outros nomes que carregam a herança
- Justin Kluivert (Holanda): filho de Patrick Kluivert, atacante que brilhou pela laranja mecânica na Copa de 1998.
- Nico Paz (Argentina): revelação que defende o Como, da Itália, é filho do ex-defensor argentino Pablo Paz.
- Francisco Conceição (Portugal): filho de Sérgio Conceição, que jogou a Copa de 2002, atua ao lado de Cristiano Ronaldo.
- Sebastian Berhalter (Estados Unidos): filho de Gregg Berhalter, que representou os EUA como jogador no início dos anos 2000.



A tradição que não se perde
Esses jovens mostram que a paixão pelo futebol passa de geração em geração. Mais do que carregar um sobrenome famoso, cada um deles tenta provar o próprio valor no maior palco do esporte. A Copa de 2026 vira, assim, um encontro entre memória e futuro, com filhos honrando a história escrita pelos pais.
Reportagem baseada em levantamentos de veículos como ESPN, Exame e 365scores, atualizada até 23 de junho de 2026.